Pesquisadores inscreveram adultos idosos no estudo ACTIVE e os dividiram em grupos: treino de memória, raciocínio, velocidade e um grupo controle sem treino. O treino de velocidade ajudou pessoas a encontrar informação visual na tela e a fazer tarefas mais rápido. Os participantes fizeram até dez sessões de cerca de uma hora durante cinco a seis semanas.
Metade recebeu sessões de reforço depois do treino. Para seguir por 20 anos, os pesquisadores usaram dados do Medicare de 2.021 participantes entre 1999 e 2019. No grupo de velocidade com reforço, menos pessoas tiveram diagnóstico de demência do que no grupo controle. Os autores dizem que o resultado pode ser importante para a saúde pública e que o treino de velocidade age de maneira diferente de memória e raciocínio.
Palavras difíceis
- pesquisador — pessoa que faz estudos científicosPesquisadores
- treino — atividade para praticar e melhorar uma habilidadetreino de velocidade
- reforço — sessão extra depois do treino principal
- grupo controle — grupo que não recebe o tratamento experimental
- demência — doença que afeta a memória e o pensamento
- diagnóstico — identificação oficial de uma doença por médico
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você acha importante ter sessões de reforço depois do treino? Por quê?
- Qual tipo de treino (memória, raciocínio ou velocidade) você acha mais útil para idosos? Explique em uma frase.
Artigos relacionados
Novas ferramentas de IA para detetar e monitorizar tuberculose
Pesquisadores mostraram várias ferramentas de inteligência artificial na Union World Conference on Lung Health, em Copenhaga, entre 18-21 de novembro. As inovações prometem deteção mais rápida de TB, mas precisam de validação e implementação mais larga.
Células-tronco transferem mitocôndrias para reparar células envelhecidas
Engenheiros da Texas A&M desenvolveram nanopartículas em forma de flor que fazem células‑tronco produzir o dobro de mitocôndrias e doar as extras a células danificadas. O processo restaurou energia e ajudou células a resistir à morte.
Novo anticorpo contra o citomegalovírus humano
Pesquisadores desenvolveram anticorpos modificados que impedem o citomegalovírus humano (HCMV) de bloquear respostas imunes. Em testes de laboratório, os anticorpos reduziram a propagação viral; são necessários mais estudos antes do uso clínico.