- Pesquisadores da University of Michigan estudam refeições e depressão.
- Pessoas com depressão têm pouca energia e motivação.
- Planejar e cozinhar fica mais difícil para elas.
- Participantes seguiram refeições pouco processadas.
- Um grupo preparou as refeições sozinho.
- Outro grupo recebeu refeições prontas por entrega.
- Ambos os grupos melhoraram a qualidade da dieta.
- O grupo com entregas teve menos sintomas depressivos.
- O estudo foi pequeno e de viabilidade.
- Pesquisadores dizem que nutrição pode ajudar junto à terapia.
Palavras difíceis
- pesquisador — pessoa que faz pesquisa científicaPesquisadores
- depressão — tristeza forte e longa que atrapalha
- motivação — vontade ou energia para fazer algo
- processado — alimento com alterações e ingredientes industriaisprocessadas
- entrega — ação de levar algo até a casa
- sintoma — sinal ou efeito de uma doençasintomas
- nutrição — comer e alimentos para saúde do corpo
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você prefere cozinhar ou receber comida pronta?
- Você acha que boa alimentação pode ajudar a saúde mental?
- Você conhece alguém com pouca energia para cozinhar?
Artigos relacionados
Variante genética pode aumentar risco de insuficiência cardíaca após miocardite
Um estudo sugere que uma variante genética pode tornar algumas crianças com miocardite mais propensas a desenvolver insuficiência cardíaca. Os investigadores comparam crianças com miocardite e cardiomiopatia dilatada a grupos de controlo e recomendam testes genéticos.
Redes sociais na China e transtornos alimentares
Nas redes sociais chinesas, termos codificados e imagens de magreza extrema criam comunidades que normalizam comportamentos perigosos. Pesquisas mostram aumento entre adolescentes e especialistas pedem apoio social, escolar e familiar além da remoção de posts.
Calor na gravidez e queda dos nascimentos masculinos na África Subsaariana
Estudo com quase três milhões de nascimentos em 33 países encontrou que exposição a temperaturas acima de 20 graus no primeiro trimestre se associa a maior perda de fetos masculinos e pode alterar a razão de sexos.