Redes sociais na China e transtornos alimentaresCEFR A1
15/04/2026
Adaptado de Lina Ma, Global Voices • CC BY 3.0
Foto de Declan Sun, Unsplash
- Redes sociais mostram imagens de corpos muito magros.
- Alguns usuários chamam isso de estilo de vida.
- Muitas pessoas postam seu peso e calorias.
- Comentários elogiam a restrição e a força de vontade.
- Alguns usam palavras ou emojis para esconder sinais.
- Adolescentes são um grupo em risco.
- Especialistas dizem que tirar posts não basta.
- É preciso apoio da família e da escola.
Palavras difíceis
- restrição — limitar a quantidade de comida que se come
- caloria — unidade de energia nos alimentoscalorias
- emoji — imagem pequena usada em mensagensemojis
- adolescente — pessoa jovem entre criança e adultoAdolescentes
- apoio — ajuda e suporte de outras pessoas
- postar — colocar algo numa rede socialpostam
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você já viu imagens muito magras nas redes sociais?
- Você conversa com sua família sobre posts preocupantes?
- A escola pode ajudar quando alguém está em risco?
Artigos relacionados
Desigualdade e o risco das pandemias
Matthew M. Kavanagh, diretor do Georgetown University Center for Global Health Policy and Politics, alerta que a desigualdade aumenta a vulnerabilidade a pandemias. Ele propõe mudanças em finanças, tecnologia e políticas sociais para reduzir esse risco.
Aumento de mortes impede acesso ao Medicare
Um estudo mostra que mais mortes prematuras entre adultos estão impedindo muitos americanos de chegar aos 65 anos, quando passam a ter direito ao Medicare. As taxas cresceram mais entre adultos negros e os autores pedem revisão da cobertura.
Estudo em camundongos mostra diferenças entre COVID‑19 e gripe
Pesquisa com camundongos encontrou que casos leves de COVID‑19 e influenza deixam alterações persistentes. Ambos os vírus causaram lesão pulmonar, mas inflamação cerebral e pequenas hemorragias foram observadas apenas após infecção por SARS‑CoV‑2.
Yale identifica rotas que geram anticorpos IgA no intestino
Pesquisadores de Yale descobriram duas vias que produzem anticorpos IgA no intestino. A maior parte da IgA inicial não vem dos centros germinativos, mas as duas rotas têm especificidade e mutações semelhantes; o achado pode ajudar vacinas mucosas.