- Cientistas criaram um novo tratamento inalável e promissor.
- O tratamento é para a tuberculose nos pulmões.
- Ele usa pequenas partículas para levar o remédio.
- As partículas entram nos pulmões ao inspirar ar.
- Células de defesa do corpo recebem as partículas.
- O remédio é liberado devagar dentro dos pulmões.
- Isso mantém o remédio no local por mais tempo.
- Com menos remédio no corpo, há menos efeitos.
- Pesquisadores testaram o método em camundongos com tuberculose.
- Os resultados mostram promessa para um tratamento mais simples.
Palavras difíceis
- inalável — Que entra no corpo ao respirar
- promissor — Que mostra possibilidade de sucesso futuro
- partícula — Pequena porção sólida ou líquidapartículas
- pulmão — Órgão do corpo para respirar arpulmões
- célula — Parte viva e pequena do corpoCélulas
- liberar — Soltar ou deixar sair uma substâncialiberado
- camundongo — Pequeno roedor, animal usado em testescamundongos
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você já usou um remédio inalável?
- Você prefere remédio inalável ou comprimido?
- Você já viu um camundongo?
Artigos relacionados
Pesquisa sobre antiveneno para o escorpião preto
Pesquisadores na Índia mapearam o veneno do escorpião preto Heterometrus bengalensis e identificaram muitas toxinas. Testes em camundongos mostraram danos graves; a equipa trabalha para desenvolver um antiveneno eficaz contra várias espécies.
Dormência e formigamento nas mãos: saiba quando procurar ajuda
Dormência e formigamento nas mãos têm causas diferentes, como problemas no punho ou no cotovelo. Um diagnóstico correto é importante porque os tratamentos variam; procure médico se os sintomas persistirem, acordarem você ou causarem fraqueza.
Reduzir atividade de um circuito do cérebro ajuda contra recaída por opioides
Pesquisadores da Washington State University relatam que diminuir a atividade entre o córtex prelimbico e o tálamo paraventricular reduziu a busca por heroína em um modelo pré-clínico. O estudo foi publicado no Journal of Neuroscience.