Doenças fibróticas provocam tecido cicatricial na pele e nos órgãos e podem reduzir a qualidade de vida. Pesquisadores da Yale School of Medicine publicaram um estudo na revista Blood e criaram um anticorpo monoclonal humano que mira a epiregulina. A epiregulina liga-se ao receptor EGFR e estava alta em amostras de pele de esclerodermia.
Os cientistas compararam dados de RNA de célula única e testaram o anticorpo em camundongos humanizados e em biópsias de pacientes. A inibição da epiregulina reduziu biomarcadores de fibrose. Outro estudo, na Nature Communications, mostrou maior atividade de STAT1 em fibroblastos de doenças fibróticas. Pesquisadores planejam testar a terapia em lúpus e hidradenite supurativa.
Palavras difíceis
- esclerodermia — Doença autoimune que causa cicatrizes na pele.
- cicatriz — Marca na pele onde havia uma ferida.cicatrizes
- anticorpo — Proteína que ajuda o corpo a combater doenças.
- fibrose — Formação excessiva de tecido fibroso no corpo.
- proteína — Substância importante que ajuda no crescimento e funções do corpo.proteínas
- interagir — Agir ou se comunicar entre si.interagem
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Perguntas para discussão
- Como as descobertas sobre a esclerodermia podem ajudar os pacientes?
- Por que é importante entender a fibrose no corpo?
- Quais são as possíveis implicações do uso de anticorpos em tratamentos?
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