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Vacina experimental protege camundongos contra febre de Crimeia‑Congo — Nível B1 — pink and white flower petals

Vacina experimental protege camundongos contra febre de Crimeia‑CongoCEFR B1

30/12/2025

Adaptado de Iqbal Pittalwala - UC Riverside, Futurity CC BY 4.0

Foto de CDC, Unsplash

Nível B1 – Intermediário
3 min
160 palavras

A febre hemorrágica da Crimeia-Congo é uma doença viral grave transmitida por carrapatos e por animais de criação; provoca febre súbita, falência de órgãos e hemorragia interna, e pode matar até 40% dos infectados. Apesar de anos de pesquisa, não existem vacinas ou tratamentos aprovados.

Um estudo publicado na npj Vaccines descreve uma vacina experimental testada em camundongos. A pesquisa inclui Scott Pegan, da University of California, Riverside. A vacina usa uma partícula replicon que entra nas células sem conter o material genético necessário para se replicar, por isso não causa infecção.

Os autores mostraram proteção já em três dias após uma dose e mediram anticorpos até 18 meses; níveis entre uma e duas doses foram semelhantes por cerca de 9 meses. O reforço produziu anticorpos mais fortes e proteção mais duradoura. A vacina foca proteínas internas, especialmente a proteína N, e os próximos passos são produção em GMP e ensaios clínicos, com colaboração do CDC e outras instituições.

Palavras difíceis

  • febre hemorrágicadoença viral grave que causa sangramento e morte
  • carrapatopequeno artrópode que suga sangue de animais
    carrapatos
  • falênciaparada do funcionamento normal de um órgão
  • hemorragiasangramento interno ou externo intenso
  • repliconpartícula que entra nas células sem replicar
  • anticorpoproteína do sistema imunitário contra vírus
    anticorpos
  • reforçodose adicional para aumentar a proteção vacinal
  • ensaio clínicoestudo com pessoas para testar um tratamento
    ensaios clínicos

Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.

Perguntas para discussão

  • Você acha importante que a vacina tenha protegido já em três dias? Por quê?
  • Que vantagens existem em uma vacina que não causa infecção?
  • O que pensa sobre os próximos passos: produção em GMP e ensaios clínicos?

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