O projeto FOODSECBIO, liderado por investigadores da Namibia University of Science and Technology, trabalha com pequenos agricultores na comunidade de Mayana, em Kavango East. O objetivo é enfrentar a falta de proteína na alimentação e problemas de fertilidade do solo, ao mesmo tempo que valoriza conhecimentos indígenas e metas de agricultura climática.
A equipa desenvolveu cinco biofertilizantes ao isolar bactérias de solos onde crescem leguminosas e selecionou estirpes com capacidade de fixação de azoto. Cerca de 30 agricultores receberam formação sobre como fazer e aplicar os biofertilizantes e sobre métodos de produção de culturas como cowpea, pearl millet e bambara nut. A formação incluiu também a produção de farinhas de millet enriquecidas em proteína para bebés.
Vários agricultores relatam aumento das colheitas e dos rendimentos, e o projeto recebe apoio financeiro da SGCI.
Palavras difíceis
- biofertilizante — produto natural que melhora a fertilidade do solobiofertilizantes
- fixação — processo que permite entrada de azoto nas plantas
- estirpe — variação ou tipo de bactéria com características própriasestirpes
- agricultor — pessoa que trabalha na produção de alimentosagricultores
- leguminosa — planta cultivada que produz vagens com sementesleguminosas
- rendimento — dinheiro ganho pela venda das colheitasrendimentos
- formação — processo de ensinar técnicas e conhecimentos práticos
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Perguntas para discussão
- Acha que a produção de farinhas de millet enriquecidas em proteína pode ajudar bebés da comunidade? Por quê?
- Que benefícios e desafios pequenos agricultores podem ter ao usar biofertilizantes na sua produção?