Pesquisadores da Rice University e do Oak Ridge National Laboratory desenvolveram um novo modelo baseado em física para tornar mais nítidos os exames de ressonância magnética. O estudo foi publicado na The Journal of Chemical Physics e associa o movimento molecular aos sinais medidos por máquinas de RM clínicas.
Muitas imagens de RM usam agentes de contraste com um íon de gadolínio dentro de uma concha orgânica. Esses agentes mudam como as moléculas de água respondem aos campos magnéticos; esse processo chama-se relaxamento. Antes, os cientistas usavam modelos simplificados que limitavam a precisão. A nova estrutura dos modos próprios de RMN resolve as equações completas e usa a equação de Fokker–Planck para seguir probabilidades de posições e velocidades moleculares ao longo do tempo. A equipe disponibilizou o código como código aberto e o estudo recebeu apoio de várias instituições.
Palavras difíceis
- modelo — Um exemplo ou sistema que representa algo.
- físico — Relativo à física; ciência dos fenômenos.
- imagem — Representação visual de algo.imagens
- interação — Como duas ou mais coisas se afetam.
- avançar — Quando algo melhora ou progreda.avanço
- diagnóstico — Identificação de uma doença.
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Como você acha que a nova tecnologia pode mudar os exames médicos?
- Qual a importância de entender as interações em exames de ressonância magnética?
- Você já fez um exame de ressonância magnética? Como foi a experiência?
Artigos relacionados
Água potável reduz atraso do crescimento em crianças em Moçambique
Um estudo da University of Notre Dame mostra que o acesso a água potável melhora o crescimento infantil em Moçambique. Em 2022, 37% das crianças menores de cinco anos tinham atraso do crescimento e 4% apresentaram emagrecimento.
GLO1 protege o cérebro do excesso de cálcio ligado ao Alzheimer
Pesquisadores da Yale descrevem um mecanismo protetor nos cérebros jovens: a proteína GLO1 aumenta quando o cálcio intracelular sobe, mas a sua atividade cai com a idade. Isso pode afetar a memória e a resistência à neurodegeneração.
Transformar resoluções de Ano Novo em hábitos duradouros
Pesquisas mostram que muitas resoluções de Ano Novo fracassam em poucas semanas. A professora Tracey Musarra Marchese, da Syracuse University, recomenda começar com passos pequenos, celebrar progressos, buscar apoio e ter autocompaixão.