Um estudo recente nos Estados Unidos usou dados de 2018–2021 para comparar o risco de morte ligado à gravidez e ao aborto. Os autores concluíram que o risco associado à gravidez é muito maior do que o risco associado ao aborto.
O trabalho definiu mortes relacionadas à gravidez como as que ocorrem durante a gestação ou até um ano após o fim da gravidez. Identificou causas comuns, como distúrbios hipertensivos, hemorragia obstétrica, complicações de doenças crônicas do coração e dos rins e infecções.
Os pesquisadores explicam que a inclusão de uma indicação sobre gravidez nas certidões de óbito melhorou os dados, mas também pode causar contagens incorretas. Para estimativas conservadoras, eles removeram causas não específicas e excluíram mortes por COVID-19 e abortos espontâneos ou autoinduzidos.
Palavras difíceis
- gestação — período em que uma mulher está grávida
- hemorragia obstétrica — sangramento grave durante ou após o parto
- distúrbio hipertensivo — problemas com pressão arterial alta na gravidezdistúrbios hipertensivos
- complicação — problemas de saúde que surgem depoiscomplicações
- certidão de óbito — documento oficial que registra uma mortecertidões de óbito
- estimativa conservadora — cálculo que evita exagero nos númerosestimativas conservadoras
- aborto espontâneo — perda natural da gravidez sem intervenção médicaabortos espontâneos
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você acha importante registrar se a pessoa estava grávida na certidão de óbito? Por quê?
- Que cuidados médicos você pensa que podem ajudar a reduzir mortes relacionadas à gravidez?
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