Pesquisadores na Namíbia estão desenvolvendo um projeto de hidrogênio verde na vila de Daures. Este projeto é a primeira vila Net Zero da África. O objetivo é cultivar vegetais no deserto, utilizando tecnologias sustentáveis.
Estão usando energia renovável para criar hidrogênio e amônia, essenciais para a produção de fertilizantes. Os vegetais cultivados incluem tomates, pimentões e verduras. O sistema hidropônico permite um uso eficiente da água, que é limitada na região.
A vila espera produzir 100 toneladas de amônia e 500 toneladas de alimentos anualmente até 2026.
Palavras difíceis
- hidrogênio — gás que pode gerar energia limpa
- amônia — composto químico usado como fertilizante
- hidropônico — relacionado ao cultivo sem solo
- renovável — energia de fontes naturais que se renovam
- sustentável — que usa recursos sem prejudicar o futurosustentáveis
- fertilizante — material que dá nutrientes às plantasfertilizantes
- cultivar — plantar e cuidar de plantas para produzir
- eficiente — que usa pouco e tem bom resultado
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você acha que cultivar vegetais no deserto é uma boa ideia? Por quê?
- Quais desafios a vila pode enfrentar para usar água limitada com o sistema hidropônico?
- Como esse projeto em Daures pode influenciar outras comunidades?
Artigos relacionados
Doações no TikTok em Adis Abeba levantam dúvidas
Vídeos no TikTok mostraram um homem chamado Tamru e motivaram doações para comprar um Bajaj. Parte do dinheiro foi enviada para outras contas, surgiram pedidos de mais pagamentos e observadores alertam para risco de fraude nas plataformas.
Saber indígena e direitos territoriais na COP30
Na COP30 em Belém (10–21 de novembro de 2025), Sineia Do Vale defendeu que garantir direitos territoriais é um primeiro passo e que saberes indígenas devem se somar à ciência. Ela citou incêndios em Roraima em 2024 e pediu financiamento.
Temperaturas elevadas deixam monarcas mais vulneráveis a parasita
Pesquisa da University of Georgia mostra que temperaturas mais altas tornam borboletas‑monarca menos tolerantes ao parasita Ophryocystis elektroscirrha. Plantas tropicais não nativas podem aumentar o tempo de permanência das borboletas e a infecção.