Especialistas da Virginia Tech explicam que gostar de alimentos doces é natural e que isso se vê mais em feriados como a Páscoa. Segundo a National Confectioners Association, os americanos gastaram mais de $5 billion em doces de Páscoa em 2024.
Brenda Davy, nutricionista e professora, diz que o açúcar adicionado está ligado a problemas metabólicos, doenças do coração e ganho de peso. Organizações de saúde, como a American Heart Association, recomendam limitar esses açúcares.
Uma regra prática é manter menos de 10% das calorias diárias de açúcar adicionado. Para alguém com 2.000 calorias por dia, isso equivale a 200 calorias, cerca de sete ou oito marshmallow Peeps. Crianças precisam de menos.
Palavras difíceis
- especialista — pessoa com conhecimento em um assunto específicoEspecialistas
- gastar — usar dinheiro para comprar ou pagar algogastaram
- açúcar — substância doce usada em alimentos e bebidasaçúcar adicionado, açúcares
- nutricionista — profissional que orienta sobre alimentação e saúde
- caloria — unidade de energia que vem dos alimentoscalorias diárias, calorias por dia
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você come doces na Páscoa? Por quê?
- Como você pode reduzir o açúcar na sua alimentação?
- Você acha difícil manter menos de 10% das calorias diárias como açúcar? Por quê?
Artigos relacionados
Estudo em camundongos mostra diferenças entre COVID‑19 e gripe
Pesquisa com camundongos encontrou que casos leves de COVID‑19 e influenza deixam alterações persistentes. Ambos os vírus causaram lesão pulmonar, mas inflamação cerebral e pequenas hemorragias foram observadas apenas após infecção por SARS‑CoV‑2.
Cotonete nasal identifica sinais precoces de Alzheimer
Um estudo publicado na Nature Communications mostra que um cotonete nasal simples consegue detectar alterações biológicas ligadas ao Alzheimer antes do aparecimento de sintomas. A técnica analisa a atividade de genes em células do alto do nariz.
Fumaça de incêndios na gravidez ligada a maior risco de autismo
Estudo com mais de 200.000 nascimentos no sul da Califórnia (2006–2014) encontrou maior risco de diagnóstico de autismo até os 5 anos quando mães foram expostas à fumaça no fim da gravidez. Autores dizem que não é prova conclusiva.