Uma equipa da Universidade do Missouri testa um sistema que junta sensores domésticos e inteligência artificial para acompanhar pessoas com esclerose lateral amiotrófica (ELA). A ELA danifica células nervosas e provoca fraqueza e dificuldades para falar, engolir e respirar.
Os sensores, criados anteriormente para monitorizar idosos, detectam mudanças na atividade, no sono e na marcha. A equipa, liderada por Bill Janes, adapta essa tecnologia para a ELA e está a verificar se os dados dos sensores mostram mudanças reais na função diária. Depois dessa validação, o projeto vai avançar para criar modelos preditivos com aprendizado de máquina que estimem a pontuação na Escala Funcional Revisada para ELA (ALSFRS-R).
As famílias deram retorno positivo e o estudo foi publicado na revista Frontiers in Digital Health.
Palavras difíceis
- esclerose lateral amiotrófica — doença que danifica células nervosas e músculos
- sensores — aparelho que detecta sinais no ambiente
- inteligência artificial — tecnologia que permite ao computador aprender e decidir
- monitorizar — observar algo regularmente para ver mudanças
- marcha — modo como uma pessoa anda ou caminha
- modelos preditivos — sistema que usa dados para prever resultados
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- O que pensa sobre usar sensores em casa para acompanhar a saúde?
- Você usaria essa tecnologia para si ou para um familiar? Por quê?
- Quais vantagens ou problemas vê no uso de inteligência artificial na saúde?
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