Países africanos querem menos dependência de doadores e mais autossuficiência em saúde. Na CPHIA, realizada em Durban na semana passada, Landry Dongmo Tsague explicou como inteligência artificial (IA) e ferramentas digitais podem apoiar esse objetivo.
O Africa CDC planeia dois níveis de uso. O primeiro é no próprio centro para planeamento, relatórios, finanças, compras e monitorização. O segundo apoio é aos Estados membros, especialmente nos locais comunitários e nos cuidados primários onde muitos surtos começam. Tsague citou o Centro Nacional de Inteligência em Saúde do Ruanda como exemplo de ferramentas que rastreiam surtos e ajudam a telemedicina.
A propriedade e proteção dos dados são centrais. O Africa CDC trabalha num Quadro de Governança de Dados de Saúde Continental. Infraestrutura, pessoal e financiamento interno também são necessários. O Green Book aponta três pilares para financiamento sustentável.
Palavras difíceis
- saúde — Estado de estar bem fisicamente e mentalmente.
- inteligência — Capacidade de pensar e aprender.inteligência artificial
- dados — Informações coletadas e usadas para análise.
- ética — Princípios que guiam o comportamento correto.
- soberania — Direito de um povo governar a si mesmo.
- infraestrutura — Estruturas fundamentais de suporte a sistemas.
- desafio — Uma tarefa difícil que precisa ser superada.
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Como a inteligência artificial pode ajudar na saúde?
- Quais seriam as consequências da falta de ética no uso de dados?
- Como se pode melhorar a infraestrutura na África?
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