Um estudo novo investigou se as fezes em forma de cubo ajudam wombats a se comunicar. Os pesquisadores observaram que os animais deixam fezes em locais chamados latrinas.
As fezes quadradas não rolam e ficam perto de pontos do terreno, como troncos. Os wombats têm um órgão no crânio que favorece o olfato. Em experimentos, cientistas moveram fezes de um lugar distante para outra latrina e filmaram os animais. Eles passaram mais tempo cheirando fezes de estranhos.
Palavras difíceis
- investigar — procurar informação sobre algo com cuidadoinvestigou
- comunicar — trocar informações ou sinais com outras pessoasse comunicar
- latrina — lugar onde animais ou pessoas deixam fezeslatrinas
- crânio — osso que protege o cérebro na cabeça
- olfato — capacidade de sentir cheiros com o nariz
- tronco — parte grossa de uma árvore, o seu corpotroncos
- experimento — prova ou teste para verificar uma ideiaexperimentos
- cheirar — usar o nariz para sentir um cheirocheirando
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Por que você acha que os pesquisadores moveram fezes entre latrinas nos experimentos?
- Você conhece outro animal que usa cheiros para comunicar? Qual?
- O que você pensa sobre fezes em forma de cubo — é uma vantagem para os wombats? Por quê?
Artigos relacionados
Andaime sem materiais animais cria tecido parecido com o cérebro
Pesquisadores cultivaram tecido funcional semelhante ao cérebro sem usar materiais de origem animal nem revestimentos. O trabalho, liderado por Iman Noshadi, usa um andaime de PEG poroso que permite testar medicamentos e reduzir o uso de animais.
Pinguins ajudam a monitorar poluição marinha na Patagônia
Pesquisadores colocaram amostradores de silicone em pinguins na costa patagônica entre 2022 e 2024 para detectar poluentes. Os testes identificaram PFAS antigos e substitutos, incluindo GenX, e mostraram que a técnica é pouco invasiva.
Dopamina reforça habilidades motoras durante o sono
Um estudo da University of Michigan mostra que neurónios produtores de dopamina ativam-se durante o sono NREM depois da aprendizagem de um movimento. Essa atividade sincroniza com fusos do sono e fortalece a memória motora, melhorando a precisão ao acordar.