A Índia lançou a sonda Aditya-L1 no sábado (2 de setembro). O envio veio poucos dias depois do pouso da Chandrayaan-3 no polo sul inexplorado da Lua. A agência espacial indiana, ISRO, diz que a sonda observará o Sol continuamente e monitorará a atividade solar.
O relatório menciona orçamentos: US$46 million para a sonda solar e US$75 million iniciais para a Chandrayaan-3. Cientistas elogiam os feitos técnicos, mas também perguntam se essas missões grandes vão tirar recursos de outras áreas da ciência. Defensores lembram benefícios práticos como previsão do tempo e comunicação.
Palavras difíceis
- sonda — veículo que viaja no espaço
- pouso — ato de aterrissar no solo ou planeta
- inexplorado — que não foi estudado ou visitado
- monitorar — observar algo com atenção por bastante tempomonitorará
- orçamento — plano sobre quanto dinheiro será gastoorçamentos
- recurso — dinheiro ou material que ajuda um projetorecursos
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você acha importante observar o Sol? Por quê?
- Como missões espaciais podem ajudar na vida diária?
- Você preferiria investir em ciência espacial ou em outras áreas? Explique brevemente.
Artigos relacionados
Repensar o 'humano' na inteligência artificial
Xonorika Kira afirma que centrar o humano na inteligência artificial pode excluir formas diversas de inteligência. Propõe conjuntos de dados situados, modelos menores e práticas que apoiem a soberania cultural e a responsabilidade sobre dados.
Pesquisa sobre antiveneno para o escorpião preto
Pesquisadores na Índia mapearam o veneno do escorpião preto Heterometrus bengalensis e identificaram muitas toxinas. Testes em camundongos mostraram danos graves; a equipa trabalha para desenvolver um antiveneno eficaz contra várias espécies.
Novo método pode ligar computadores quânticos a 2,000 km
Pesquisadores da University of Chicago propõem estender enlaces entre computadores quânticos para 2,000 km (1,243 milhas). A equipe melhorou a coerência de átomos de érbio e usou epitaxia por feixe molecular (MBE) na fabricação dos cristais.