- Um estudo novo mostra como pequenas partes do cérebro
- O trabalho foi publicado na revista Nature Communications
- Cientistas juntaram imagens cerebrais, dados genéticos e mapas celulares
- Eles também usaram imagens de moléculas e neurotransmissores
- Os pesquisadores mediram conectividade dinâmica com fMRI
- E mediram serotonina, dopamina e mitocôndrias
- Calhoun, do TReNDS Center, é autor sênior
- O estudo pode ajudar a entender depressão e esquizofrenia
- Um objetivo é criar um mapa biológico personalizado
- O estudo recebeu financiamento da National Science Foundation e NIH
Palavras difíceis
- neurotransmissores — substância que transmite sinal entre células nervosas
- serotonina — molécula no cérebro que afeta o humor
- dopamina — molécula no cérebro ligada ao prazer
- mitocôndrias — parte da célula que produz energia
- genéticos — relacionado aos genes e à herança
- conectividade — ligação entre áreas do cérebro e atividade
- financiamento — dinheiro para pagar um projeto ou pesquisa
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você já ouviu falar de serotonina ou dopamina?
- Você acha importante estudar doenças como depressão?
Artigos relacionados
IA ajuda jovens a ter informação em saúde sexual
Organizações na América Latina usam inteligência artificial para oferecer informação sobre saúde sexual e reprodutiva a jovens e grupos marginalizados. Projetos no Peru e na Argentina focam línguas locais, orientação científica e redução de estigma.
África precisa de vigilância integrada entre saúde, animais e ambiente
Especialistas dizem que dados fragmentados atrasam a deteção de surtos na África. Um estudo One Health concluiu que o principal problema é o fraco fluxo de informação entre sectores e pede vigilância integrada e mais capacitação.
Simulação de quase-morte em realidade virtual reduz medo da morte
Um pequeno estudo piloto com estudantes mostrou que uma sessão breve de realidade virtual baseada em relatos de quase-morte reduziu a ansiedade em relação à morte. Os pesquisadores planejam ampliar o estudo, mas pedem cautela.