Uma pesquisa liderada por Susan Ostermann e duas engenheiras estudou como tornar casas mais seguras. O trabalho mostrou que é preciso ter estruturas resistentes e regras que funcionem na prática.
O estudo focou em Anchorage, no Alasca, onde um terremoto de magnitude 7.1 em 2018 destruiu ou danificou mais de 750 casas. Os moradores às vezes desconfiam das normas, e isso dificulta a aplicação dos códigos.
Os pesquisadores identificaram itens simples que faltam em muitas casas, como paredes que resistem a forças laterais, armação adequada perto de garagens e conectores que prendem as paredes à fundação. Esses itens são práticos e pouco caros.
Palavras difíceis
- pesquisa — trabalho para descobrir informação sobre um tema
- estrutura — parte que sustenta e dá forma a um edifícioestruturas
- norma — regra oficial que orienta como fazer algonormas
- terremoto — movimento repentino do solo que causa danos
- magnitude — medida do tamanho ou força de um tremor
- fundação — parte baixa que suporta e mantém a construção
- conector — peça que une e prende duas partes juntasconectores
- armação — conjunto de barras que dá apoio à parede
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você acha importante ter normas de construção na sua cidade? Por quê?
- Qual desses itens práticos (paredes resistentes, armação, conectores) você considera mais útil numa casa?
- Você já viu ou sentiu um terremoto? Como foi a experiência?
Artigos relacionados
Pesquisadores pedem regras claras para culturas editadas por genes no México
Vinte e oito pesquisadores mexicanos publicaram uma declaração e uma petição pedindo que o governo crie normas baseadas em evidências para culturas editadas por genes. Eles querem separar edição genética de OGM e proteger supervisão e controle.
Corantes alimentares sintéticos: riscos e mudanças até 2027-28
Especialistas alertam sobre corantes alimentares sintéticos usados em muitos alimentos. Há preocupação com efeitos no desenvolvimento infantil; empresas têm orientação da FDA para eliminar esses corantes até 2027-28, mas a reformulação traz desafios.