- Cientistas cultivam tecido parecido com o cérebro em laboratório.
- Eles não usam materiais de origem animal na pesquisa.
- O novo andaime é poroso, estável e não tem revestimentos.
- As células vivem, crescem e se organizam dentro do andaime.
- Essas células formam redes nervosas que funcionam como no cérebro.
- Os poros deixam entrar oxigênio e nutrientes para as células.
- O modelo permite testar remédios para doenças do cérebro.
- Isso pode reduzir a necessidade de usar cérebros de animais.
Palavras difíceis
- cultivar — fazer crescer plantas ou células em laboratóriocultivam
- tecido — material feito por células do corpo
- andaime — estrutura que segura ou apoia outra coisa
- poroso — com pequenos buracos que deixam passar ar ou água
- revestimento — camada que cobre a superfície de algorevestimentos
- nutriente — substância que alimenta e ajuda o crescimentonutrientes
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você já visitou um laboratório?
- Você acha bom reduzir o uso de animais na pesquisa?
Artigos relacionados
Imagem cerebral revela alterações em respondentes do WTC com TEPT
Um estudo com respondentes do World Trade Center usou neuroimagem (GWC) para encontrar diferenças cerebrais em quem tem TEPT. Dados dos programas de saúde do WTC mostram que cerca de 23% dos respondentes desenvolveram TEPT e muitos ainda têm sintomas.
Nano‑OLEDs do ETH Zurich com pixels menores que células
Pesquisadores do ETH Zurich fabricaram OLEDs em escala nanométrica com pixels de até 100 nanômetros e demonstraram um logótipo de 2.800 nano‑pixels. O trabalho saiu na revista Nature Photonics e aponta aplicações em ecrãs e microscopia.
Imagens diretas revelam a complexidade de duas novas estelares
Astrônomos capturaram imagens diretas de duas novas pouco depois das erupções e descobriram fluxos múltiplos de gás e ejeções retardadas. As observações, com CHARA e dados do Fermi-LAT, foram publicadas em Nature Astronomy.