- Cientistas cultivam tecido parecido com o cérebro em laboratório.
- Eles não usam materiais de origem animal na pesquisa.
- O novo andaime é poroso, estável e não tem revestimentos.
- As células vivem, crescem e se organizam dentro do andaime.
- Essas células formam redes nervosas que funcionam como no cérebro.
- Os poros deixam entrar oxigênio e nutrientes para as células.
- O modelo permite testar remédios para doenças do cérebro.
- Isso pode reduzir a necessidade de usar cérebros de animais.
Palavras difíceis
- cultivar — fazer crescer plantas ou células em laboratóriocultivam
- tecido — material feito por células do corpo
- andaime — estrutura que segura ou apoia outra coisa
- poroso — com pequenos buracos que deixam passar ar ou água
- revestimento — camada que cobre a superfície de algorevestimentos
- nutriente — substância que alimenta e ajuda o crescimentonutrientes
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você já visitou um laboratório?
- Você acha bom reduzir o uso de animais na pesquisa?
Artigos relacionados
Equador usa tecnologia contra a desinformação eleitoral
Grupos no Equador reativaram Hacks Hackers e organizaram conferência e hackathon no início de 2024 para enfrentar a desinformação eleitoral com ferramentas tecnológicas, premiando três equipes que seguem desenvolvendo protótipos.
IA e imagens medem fluxo de líquido no cérebro
Pesquisadores combinaram ressonância magnética e inteligência artificial para estimar o fluxo de um líquido do sistema glinfático ligado à doença de Alzheimer. O estudo usou redes neurais treinadas com vídeos de corante e identificou duas vias de remoção de resíduos.
Pinguins ajudam a monitorar poluição marinha na Patagônia
Pesquisadores colocaram amostradores de silicone em pinguins na costa patagônica entre 2022 e 2024 para detectar poluentes. Os testes identificaram PFAS antigos e substitutos, incluindo GenX, e mostraram que a técnica é pouco invasiva.