Jornalistas na Indonésia enfrentam más condições de trabalhoCEFR A1
6/12/2025
Adaptado de Arpan Rachman, Global Voices • CC BY 3.0
Foto de Mufid Majnun, Unsplash
- Jornalistas na Indonésia têm trabalho muito difícil e inseguro.
- Muitos jornalistas perdem o emprego sem aviso.
- Os salários são muito baixos e insuficientes.
- Muitos têm contratos de curto prazo e sem benefícios.
- É difícil receber benefícios quando demitem os trabalhadores.
- Jornalistas tentam formar sindicatos para defender direitos.
- Processos legais começam com mediação entre as partes.
- Alguns ficam sem salário e têm fome em casa.
- Há dificuldades para reclamar proteção legal oficial.
- A situação preocupa grupos que defendem jornalistas.
Palavras difíceis
- inseguro — sem segurança nem estabilidade no trabalho
- salário — dinheiro que a pessoa recebe pelo trabalhosalários
- contrato — acordo entre trabalhador e empregadorcontratos
- benefício — ajuda ou direito que o trabalhador recebebenefícios
- sindicato — grupo de trabalhadores que defende direitossindicatos
- mediação — conversa entre as partes para resolver conflito
- proteção — defesa legal e apoio contra injustiças
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você acha o trabalho de jornalista difícil?
- Você já trabalhou com contrato de curto prazo?
- Você conhece um sindicato ou alguém que participa de um sindicato?
Artigos relacionados
Jornalistas e protestos violentos em Kathmandu
Protestos da Geração Z em Kathmandu tornaram-se violentos em 8 de setembro. Jornalistas relataram ataques, incêndios e ameaças; redações foram evacuadas e algumas queimaram. Os relatos foram reunidos por Arun Karki e republicados com permissão do Dart Centre Asia Pacific.
Tekan Cochrane: advogada indígena e defensora da justiça
Tekan Cochrane é uma advogada indígena australiana e líder comunitária. É Executive Officer da Tarwirri, foi finalista do Law Award 2025 e defende soluções comunitárias para enfrentar o sobreencarceramento e avançar na reconciliação.
Ciberameaças dominam negociações entre África e UE
As ameaças digitais passaram a ser tema central nas conversas entre a União Africana e a União Europeia. Jornalistas enfrentam programas espiões e o Quénia registou um aumento severo de ataques; a cimeira em Luanda discutiu soluções e proteção para mulheres online.