Uma equipe descreveu uma nova ferramenta molecular chamada CaBLAM, que usa luz produzida dentro das células (bioluminescência) para estudar o cérebro. O estudo foi publicado em Nature Methods.
O CaBLAM pode captar atividade em nível de célula única e também dentro de partes da célula. Ele funciona bem em camundongos e peixes-zebra e permite gravações por várias horas sem usar luz externa.
Os métodos comuns usam fluorescência e exigem iluminação externa, que pode danificar células e precisa de lasers. A bioluminescência gera luz internamente e evita esses problemas.
Palavras difíceis
- ferramenta — Objeto ou método usado para fazer um trabalho
- bioluminescência — luz produzida por organismos vivos dentro das células
- fluorescência — luz emitida por substância iluminada externamente
- camundongo — roedor pequeno usado em pesquisas científicascamundongos
- peixe-zebra — peixe pequeno usado como modelo em laboratóriospeixes-zebra
- gravação — registro de som ou imagem ao longo do tempogravações
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Por que é importante evitar iluminação externa em estudos do cérebro?
- Você acha que gravar por várias horas sem luz externa é útil? Por quê?
- Você conhece outros exemplos de bioluminescência na natureza?
Artigos relacionados
IA e dispositivos vestíveis no controlo do diabetes tipo 2
Uma meta-revisão da University at Buffalo, publicada em NPJ Digital Medicine, analisou 60 estudos sobre IA em dispositivos vestíveis para diabetes tipo 2 e pré-diabetes. Encontrou benefícios e limites e pede estudos maiores e modelos mais transparentes.
PET revela alteração na relação entre marcadores cerebrais no Parkinson
Pesquisadores usaram tomografia PET para medir transportadores de dopamina e densidade sináptica. No estriado, a correlação entre esses dois marcadores existe em cérebros saudáveis e se rompe em pessoas com doença de Parkinson.