Desmatamento e perda de animais no parque KibiraCEFR A2
14/02/2026
Adaptado de Laura, Global Voices • CC BY 3.0
Foto de Ravi N Jha, Unsplash
No noroeste do Burundi, plantações de chá e projectos de desenvolvimento estão a afectar o Parque Nacional de Kibira e a sua floresta. A construção da central hidroeléctrica de Mpanda fica perto do parque e aumenta a pressão sobre a área.
Moradores dizem que avistamentos de animais diminuíram. Um habitante contou que a última vez que viu um chimpanzé em Kibira foi em 2018. Estudos estimam que hoje há mais de 200 chimpanzés, quando antes eram cerca de 500.
As plantações trazem muitos trabalhadores, barulho e lixo. Especialistas pedem mais renda local e formação para as comunidades, para ajudar a proteger a vida selvagem.
Palavras difíceis
- plantação — Área onde se cultivam plantas para vendaplantações
- projecto — Plano ou trabalho para melhorar um lugarprojectos
- central hidroeléctrica — Instalação que produz electricidade com água
- pressão — Força ou influência que causa problema numa área
- estimar — Calcular ou dar um número aproximadoestimam
- vida selvagem — Animais e plantas que vivem na natureza
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- O que os especialistas pedem para ajudar a proteger a vida selvagem?
- Por que, segundo o texto, os avistamentos de animais diminuíram?
- Como a construção da central hidroeléctrica pode afectar o parque?
Artigos relacionados
Chumbo na infância ligado a sintomas depressivos
Um estudo publicado em JAMA Network Open encontrou associação entre concentrações mais altas de chumbo no sangue durante a infância e mais sintomas depressivos na adolescência. Os níveis por volta dos 8 anos pareceram especialmente importantes.
Jardins crioulo da Guadalupe e a soberania alimentar
Os jardins crioulo na Guadalupe são hortas caseiras que dão alimentos e apoio social. Pesquisas mostram que práticas tradicionais ajudaram na pandemia e programas combinam esse saber com ferramentas modernas para apoiar a agroecologia.
Saber indígena e direitos territoriais na COP30
Na COP30 em Belém (10–21 de novembro de 2025), Sineia Do Vale defendeu que garantir direitos territoriais é um primeiro passo e que saberes indígenas devem se somar à ciência. Ela citou incêndios em Roraima em 2024 e pediu financiamento.