Cinema queer no Azerbaijão cresce apesar da repressãoCEFR A2
4/12/2025
Adaptado de Adila Aghayeva, Global Voices • CC BY 3.0
Foto de Zulfugar Karimov, Unsplash
Relatórios documentam discriminação e crimes de ódio contra pessoas LGBTQI+ no Azerbaijão. A marginalização chega às artes e ao cinema, e o país aparece há anos entre os piores no Rainbow Map da ILGA-Europe.
Nos últimos anos surgiu uma nova onda de curtas e documentários. Autores locais incluem pessoas trans, não binárias e formados pela Azerbaijan State University of Culture and Arts, além de alguns cineastas estrangeiros. Filmes como All Monsters Are Human mostram vidas entre Baku e Istambul e falam de agressões, trabalho sexual e perda.
Outros filmes, como os de Vusala Hajiyeva e Miray Deniz, tratam de transição, solidão e do assassinato do ativista Avaz Hafizli, morto em 22 de fevereiro de 2022. Em muitos casos, o crime de ódio foi ignorado e houve problemas no julgamento.
Palavras difíceis
- discriminação — tratamento injusto por características das pessoas
- marginalização — ato de excluir pessoas da vida social
- documentam — registrar ou relatar fatos e informação
- documentários — filme que mostra fatos reais
- assassinato — ato de matar uma pessoa
- julgamento — processo legal para decidir culpa ou inocência
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você acha importante mostrar filmes sobre pessoas LGBTQI+? Por quê?
- O que pode ajudar a combater a discriminação na arte e no cinema?
- Você acha que os julgamentos devem ser melhores quando há crimes de ódio? Por quê?
Artigos relacionados
Lítio na Nigéria: investimento chinês e desafios
Descobertas de lítio na Nigéria atraem investidores, com forte presença chinesa e mais de USD 1.3 bilhão investidos em processamento. O governo exige mais processamento local e há preocupações sobre mineração artesanal e trabalho infantil.
Romani na Grande São Paulo buscam reconhecimento
Reportagem publicada em 30 de maio de 2025 no site Agência Mural descreve a luta por reconhecimento e acesso a serviços entre romani que vivem na periferia da Grande São Paulo, incluindo problemas causados por enchentes e falta de opção no censo do IBGE.