Investigadores conduziram o estudo LIFE-L com 72 pessoas que recebiam quimioterapia para linfoma. Quarenta e quatro participantes tiveram acesso imediato a um programa virtual com orientação semanal de uma nutricionista registada e de um fisiologista do exercício. Vinte e oito ficaram numa lista de espera como grupo de controlo.
A equipa avaliou a viabilidade e encontrou boa adesão ao programa. Os participantes do grupo de intervenção relataram menos ansiedade, depressão, dor, fadiga e obstipação. Também apresentaram melhor força de preensão e desempenho físico durante a quimioterapia.
Palavras difíceis
- quimioterapia — tratamento com medicamentos para matar células cancerosas
- linfoma — tipo de cancro que afeta o sistema linfático
- nutricionista — profissional que orienta a alimentação das pessoas
- fisiologista — profissional que estuda e orienta o exercício físico
- adesão — participação ou compromisso com um plano ou programa
- obstipação — dificuldade em evacuar ou prisão de ventre
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Preferiria ter um programa virtual com orientação semanal durante a quimioterapia? Por quê?
- Qual dos resultados do estudo lhe parece mais importante: menos fadiga ou melhor desempenho físico? Explique.
- Como acha que a adesão ao programa pode ajudar a pessoa que está a receber tratamento?
Artigos relacionados
Pesquisa genética indica que nem todos que morrem por suicídio têm depressão
Um estudo genético sugere que muitas pessoas que morrem por suicídio não tinham depressão nem sinais claros. Pesquisadores analisaram dados anônimos e dizem que aumentar só o rastreio da depressão pode não identificar todos os casos.
Especialistas pedem vigilância integrada One Health
Especialistas pedem que governos criem sistemas de vigilância One Health totalmente integrados, ligando dados comunitários dos setores humano, animal, vegetal e ambiental. Um relatório identificou a vigilância integrada como prioridade urgente.
Pessoas com deficiência enfrentam mais dificuldades na pandemia
No Quénia e na Nigéria, pessoas com deficiência em bairros urbanos pobres tiveram mais dificuldades durante a pandemia: acesso à saúde caiu, medicamentos ficaram mais caros e muitas perderam renda. Defensores pedem serviços mais próximos e informação acessível.