Uma pesquisa realizada em abril e maio perguntou a mais de 2.000 adultos nos Estados Unidos como eles vêem a inteligência artificial. As atitudes estão divididas: cerca de um terço dos entrevistados se mostra positivo, um terço negativo e um terço com opinião mista. Usuários diários de IA apresentam reação mais positiva, enquanto quem só testou algumas vezes é menos favorável. Adultos mais jovens tendem a aprovar mais a tecnologia, e trabalhadores jovens relatam mais pressão para usar IA no trabalho.
A maioria apoia um “direito a um humano” em áreas importantes e prefere poder evitar a IA em contextos médicos, legais, educacionais e governamentais. Há forte apoio a regras de privacidade e transparência: por exemplo, 75% querem ser informados quando estão interagindo com IA, 73% desejam proibir o uso de rostos e vozes de pessoas, e 68% querem rótulos em imagens e vídeos gerados por IA.
A confiança na IA varia por tarefa: muitas pessoas confiam na IA para buscar informação, mas não confiam em decisões judiciais, direção de veículos ou em dar aconselhamento médico.
Palavras difíceis
- pesquisa — estudo com perguntas a pessoas
- entrevistado — pessoa que respondeu à pesquisaentrevistados
- favorável — que mostra opinião positiva sobre algo
- pressão — sentir necessidade ou obrigação de agir
- privacidade — direito de controlar dados pessoais
- informar — dizer a alguém uma notícia ou fatoinformados
- confiança — crença de que algo é seguro ou correto
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você concorda com a ideia de um “direito a um humano” em serviços importantes? Por quê?
- Em seu trabalho ou estudos, você sente pressão para usar ferramentas de IA? Explique com um exemplo.
- Quais regras sobre IA (por exemplo, rótulos ou proibição de usar rostos) você acha mais importantes e por quê?
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