Mulheres na política de Uganda enfrentam violência onlineCEFR A2
16/02/2026
Adaptado de Prudence Nyamishana, Global Voices • CC BY 3.0
Foto de Andrew Itaga, Unsplash
Desde a independência, líderes como Joyce Mpanga e Winnie Byanyima ajudaram a abrir espaço para mulheres na política. O Artigo 21 da Constituição introduziu ação afirmativa e reservou um terço das vagas em governos locais e no parlamento.
Nas eleições gerais de janeiro de 2026 várias mulheres foram candidatas. Durante a campanha, muitas sofreram ataques online, incluindo imagens geradas por IA, deepfakes e desinformação. Nawaya Gloria, advogada e candidata jovem, disse que nasceu com HIV e foi alvo de respostas abusivas nas redes sociais. Ela afirmou que quer representar os jovens e promover mudanças.
Houve também insultos sexualizados contra Joyce Bagala e rumores falsos sobre Rebecca Alitwala Kadaga. A tecnologia tornou mais difícil a participação política de mulheres.
Palavras difíceis
- ação afirmativa — medidas legais para ajudar grupos com menos poder
- vaga — lugar disponível num órgão ou cargo públicovagas
- deepfake — vídeo ou imagem falsa criada por computadordeepfakes
- desinformação — informação falsa ou enganosa divulgada nas mídias
- abusivo — comportamento que machuca ou ofende outras pessoasabusivas
- campanha — período de atividades para apoiar um candidato
- participação — ato de tomar parte em atividades públicas ou políticas
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você acha que reservar vagas ajuda as mulheres na política? Por quê?
- Como a desinformação nas redes pode afetar mulheres candidatas?
- Você já viu imagens falsas nas redes sociais? Como reagiu?
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