Uma equipe da University of Zurich estudou mais de 17,000 jovens na Alemanha e no Reino Unido. Os participantes não tinham tido relacionamentos antes do começo do estudo e foram entrevistados entre as idades de 16 e 29 anos.
O estudo mostra que ficar solteiro por muito tempo se associa a menor satisfação com a vida e a mais solidão. Essas mudanças ficam mais evidentes no final dos vinte anos, quando também aumentaram sintomas de depressão.
Depois de formar a primeira parceria, a satisfação com a vida cresceu e a solidão caiu, tanto a curto quanto a longo prazo. Não houve o mesmo efeito para sintomas depressivos.
Palavras difíceis
- equipe — grupo de pessoas que trabalham juntas
- participante — pessoa que toma parte em um estudoparticipantes
- solidão — sentimento de estar sozinho e isolado
- satisfação — sentimento de bem-estar e contentamento
- sintoma — sinal ou mudança que indica doençasintomas
- parceria — relação entre duas pessoas com compromisso
- depressão — problema de saúde com tristeza persistente
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você acha que formar uma parceria pode aumentar a satisfação com a vida? Por quê?
- Você já sentiu mais solidão quando esteve solteiro por muito tempo? Conte em uma frase.
Artigos relacionados
Fumaça de incêndios na gravidez ligada a maior risco de autismo
Estudo com mais de 200.000 nascimentos no sul da Califórnia (2006–2014) encontrou maior risco de diagnóstico de autismo até os 5 anos quando mães foram expostas à fumaça no fim da gravidez. Autores dizem que não é prova conclusiva.
Exposição paterna a microplásticos afeta descendentes em estudo com camundongos
Pesquisa em camundongos sugere que a exposição dos pais a microplásticos altera pequenos RNAs do esperma e aumenta o risco de distúrbios metabólicos nos descendentes, com efeitos diferentes entre filhas e filhos.
Redes sociais na China e transtornos alimentares
Nas redes sociais chinesas, termos codificados e imagens de magreza extrema criam comunidades que normalizam comportamentos perigosos. Pesquisas mostram aumento entre adolescentes e especialistas pedem apoio social, escolar e familiar além da remoção de posts.