- O TMS usa pulsos magnéticos no cérebro.
- Ele pode acalmar o centro do medo.
- O estudo testou pessoas com PTSD.
- Algumas pessoas receberam TMS ativa.
- Outras receberam um tratamento placebo.
- Os médicos mediram respostas cerebrais antes e depois.
- A TMS ativa melhorou os sintomas das pessoas.
- Muitos participantes disseram que o tratamento ajudou.
Palavras difíceis
- pulso magnético — sinal curto de energia magnéticapulsos magnéticos
- cérebro — órgão dentro da cabeça que controla o corpo
- acalmar — fazer uma pessoa sentir menos medo ou nervosismo
- placebo — tratamento sem efeito real usado como comparação
- medir — verificar ou registrar um valor antes e depoismediram
- sintoma — sinal ou problema que uma pessoa sentesintomas
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Você conhece alguém com medo muito forte?
- Você usaria um tratamento como o TMS?
- Você acha que tratamentos ajudam as pessoas?
Artigos relacionados
Neurônios do córtex retrosplenial ligados à navegação foram preservados na evolução
Pesquisadores encontraram tipos de neurônios no córtex retrosplenial que ajudam na navegação e que foram preservados ao longo de milhões de anos. O achado aparece em camundongos e ratos; agora estudam se o mesmo vale para humanos e Alzheimer.
Como o musaranho encolhe o cérebro no inverno
Dois estudos mostram que o musaranho-europeu comum reduz o tamanho do cérebro e de outros órgãos no inverno (fenômeno de Dehnel) e depois regenera-os na primavera. Pesquisadores ligaram alterações genéticas e cromossômicas a esse processo.
Pesquisa genética indica que nem todos que morrem por suicídio têm depressão
Um estudo genético sugere que muitas pessoas que morrem por suicídio não tinham depressão nem sinais claros. Pesquisadores analisaram dados anônimos e dizem que aumentar só o rastreio da depressão pode não identificar todos os casos.
Diferença molecular no cérebro de adultos autistas
Cientistas encontraram menor disponibilidade do receptor de glutamato mGlu5 em todo o cérebro de adultos autistas. O estudo usou PET, ressonância magnética e EEG; resultados podem orientar diagnóstico, tratamento e futuros estudos em crianças.