O rápido crescimento urbano na Ásia trouxe congestionamento e emissões prejudiciais. O congestionamento rodoviário custa às economias asiáticas entre 2 e 5 por cento do PIB anualmente, e milhões de pessoas juntam-se às cidades todos os anos, onde estão muitos empregos.
Em New Delhi as autoridades estão a apreender e destruir veículos muito antigos e reduziram cinco milhões de veículos nas últimas duas décadas recentes, com menos veículos nas ruas e um aumento do transporte elétrico. Cerca de 800 de 3.700 autocarros estatais já funcionam a eletricidade e o metro tem centenas de estações e milhões de passageiros diários.
Banguecoque tem melhorado frotas, expandido o metro e usado preços de estacionamento para gerir o tráfego. Nas Filipinas o Banco Asiático de Desenvolvimento apoia linhas de metro e finança projetos; Metro Manila constrói um grande metro com fases previstas até 2027. Jacarta integra comboios e autocarros e planeia eletrificar frotas.
Palavras difíceis
- congestionamento — trânsito muito lento com muitos carros
- emissão — libertação de gases poluentes para o aremissões
- economia — sistema de produção e consumo de um paíseconomias
- apreender — tomar posse de algo por autoridade
- destruir — fazer desaparecer algo ou danificá-lo
- transporte elétrico — veículos que usam eletricidade para andar
- frota — conjunto de veículos de uma empresa ou serviçofrotas
Dica: passe o mouse, foque ou toque nas palavras destacadas no artigo para ver definições rápidas enquanto lê ou ouve.
Perguntas para discussão
- Qual medida citada no texto (apreender veículos antigos, eletrificar autocarros, expandir o metro, usar preços de estacionamento) você acha mais útil na sua cidade? Por quê?
- Como o aumento do transporte elétrico pode mudar a vida diária das pessoas nas cidades?
- Que problemas podem surgir enquanto se constrói um grande metro durante muitos anos?
Artigos relacionados
Eventos que aproximam a ciência do público
Eventos com experiências, palestras e atividades práticas tornam a ciência interessante para crianças e adultos. Organizações usam oficinas, exposições e shows móveis para ensinar, medir resultados e enfrentar desafios como financiamento e segurança.
Sensores domésticos e IA para monitorizar pessoas com ELA
Uma equipa da Universidade do Missouri testa sensores domésticos e inteligência artificial para acompanhar alterações de saúde em pessoas com esclerose lateral amiotrófica (ELA). O sistema usa aprendizado de máquina para estimar a pontuação ALSFRS-R e pode alertar clínicos.